Estudo desenvolvido pela Embrapa Pecuária Sudeste (SP) mostra que o equilíbrio entre nutrientes na dieta de vacas em lactação aumenta a produtividade e minimiza impactos ambientais.

A nutrição de precisão têm crescido no país. Entre os benefícios indiretos desta prática, com um manejo nutricional preciso o processo de obtenção de licença ambiental para a propriedade é facilitado.

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Vacas separadas e dois grupos

A pesquisa avaliou 14 vacas holandesas e jersolandas durante 6 meses. O objetivo era reconhecer os impactos da mudança de dieta e seus efeitos naquele ambiente. O gado foi separado em 2 grupos de 7 vacas em lactação.

Ambos os grupos receberam a mesma alimentação, mas com variações nos seus percentuais. Variaram as medidas de proteínas na formulação do concentrado, que possui milho, farelo de soja, bicarbonato de sódio e sal mineral.

No primeiro grupo, a dieta permaneceu com 20% de proteína bruta por todo o período de lactação. Já no segundo, houve o ajuste proteico do concentrado de acordo com as exigências nutricionais e a produção de leite média para o período.

Dietas não controladas afetando o ambiente

Foi notado na pesquisa que o consumo excessivo de nitrogênio aumenta o risco ambiental. O composto formado nos excrementos dos animais apresentaram potencial de volatilização, o que pode causar impactos na qualidade do ar, do solo e das águas, tanto as superficiais quanto as subterrâneas.

Além disso, o fósforo e o nitrogênio podem também levar a eutrofização em corpos d’água próximos. Isso quer dizer que, em grande concentração, esses elementos levam a um aumento agressivo da população de certas algas. Como consequência, acontece a depreciação da qualidade daquele ambiente aquático.

Melhor aproveitamento de recursos

O estudo apontou vantagens de se calcular os nutrientes excretados pelos animais por área ao mês. Isso permite usar o estrume no regime de fertilização das pastagens.

Com este melhor aproveitamento dos nutrientes eliminados pela criação, há redução na utilização de fertilizantes químicos, e com isso, há queda nos custos de produção. Além disso, a otimização do uso do esterco animal melhora a segurança ambiental da fazenda, e facilita a adaptação da propriedade às legislações ambientais.

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Fonte: Canal Rural

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