Restauração ambiental: adubação de espécies vegetais nativas

Restauração ambiental: adubação de espécies vegetais nativas

A adubação no plantio de espécies vegetais nativas tem o objetivo de favorecer o brotamento inicial das mudas. Posteriormente, as próprias plantas se encarregarão de se desenvolver, naturalmente, graças à sua rusticidade, submetidas às condições ambientais da região. Como são espécies vegetais selvagens, o período de desenvolvimento é mais longo até que ocorra a total restauração ambiental.

É importante considerar alguns aspectos relevantes. Primeiramente, as exigências nutricionais das espécies vegetais nativas são heterogêneas, com linhagens evolutivas específicas. Portanto, as estratégias de nutrição devem obedecer às particularidades de cada espécie. Entretanto, como são espécies selvagens melhoradas geneticamente, as respostas de adubação são melhores.

Amazônia e Caatinga


O ecossistema da Amazônia é semelhante ao da Mata Atlântica, com recomendações de adubação similares. Já o ecossistema da Caatinga é constituído de solos com fertilidade moderada. Nessa região, o índice pluviométrico corresponde ao do clima semiárido, com solos menos intemperizados quando comparados aos solos onde o clima é tropical. Por isso, os solos da Caatinga são pouco ácidos, com argilas mais reativas e maior disponibilidade de nutrientes.

Mata Atlântica


A adubação deve ser feita junto ao plantio das espécies vegetais nativas, ao redor das covas, preferencialmente, em dias não chuvosos. Mas é preciso cuidado com a quantidade de adubo a ser aplicada no solo, pois o Fósforo (P) se torna facilmente indisponível para as plantas. Já o Nitrogênio (N) e o Potássio (K) são facilmente lixiviados. Sendo assim, esses nutrientes devem ser aplicados, de forma racional, para que sejam aproveitados imediatamente pelas plantas.

Na adubação de base, recomenda-se 100% de Fósforo (P) e 40% de Nitrogênio (N) e Potássio (K). Já na adubação de cobertura, recomenda-se 60% de N e K conforme os resultados da análise do solo. As doses da adubação de cobertura consideram o volume de chuvas na região. Quanto mais chuvas, menores as doses da adubação de cobertura, fracionadas em duas vezes. A primeira dose aplicada três meses após o plantio; a segunda, seis meses após o plantio.

Cerrado


Na restauração ambiental do Cerrado, geralmente, ao invés de plantar mudas, o melhor a fazer é estimular a regeneração natural. Mas se não for possível contar apenas com a regeneração natural, deve-se introduzir o plantio de espécies nativas para conduzir melhor o processo. Geralmente, são aplicados adubos orgânicos em 30% do volume do berço (cova). Ou ainda, juntam-se adubo orgânico com adubo químico. Nesse caso, são misturados 2,5 litros de esterco curtido com 200 gramas de adubo NPK na proporção 4-14-8 (por cova).

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Leia o artigo "Dicas de adubação de plantas".

Fonte: efloraweb.com.br

Por Andréa Oliveira.

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