Empreendedor ganha salário

Salário

Manter as contas pessoais e as contas da empresa separadas pode ser uma medida difícil para alguns empreendedores, mas ela é essencial para garantir a continuidade do negócio. Os proprietários ou sócios nunca devem encarar o lucro obtido como a sua renda mensal, de modo que é necessário planejar e calcular um pró-labore justo e correspondente à realidade financeira do empreendimento.

Mesclar a conta pessoal com a conta empresarial impossibilita a organização do capital de giro, investimentos e, consequentemente, o crescimento do negócio. Muitos desequilíbrios financeiros responsáveis pela falência de empresas têm início com essa prática.

Confira algumas dicas sobre essa questão para evitar transtornos e prejuízos.

 

A empresa deve ser o seu maior investimento

Você acredita na sua empresa? Então, por que tirar o dinheiro que poderia ser reinvestido para impulsionar o crescimento dela e deixá-lo no banco como pessoa física? Não estamos dizendo que você deve acabar com as suas reservas pessoais, mas é preciso valorizar o seu ativo mais importante. Se o seu sonho é grande, a empresa precisa ser prioridade.

 

Mantenha os pés no chão

Toda empresa, no início de seu funcionamento, passa por apertos financeiros, mas uma hora o lucro aparece. Nesse momento, é preciso muita cautela: não é porque as contas saíram do vermelho que significa que o negócio já prosperou. Portanto, não saia gastando como se sua empresa já estivesse consolidada no mercado há anos.

 

Pró-labore

Para determinar o quanto um sócio deve retirar para si mensalmente como forma de pagamento, alguns aspectos podem ser considerados. O primeiro deles é levar em consideração a real situação da empresa para que a retirada não cause desequilíbrio financeiro e nem afete os compromissos com o pagamento dos funcionários, investimentos, capital de giro, entre outros. O segundo é estipular um valor justo pela função exercida, obviamente dentro da situação real do empreendimento. O terceiro, por sua vez, é definir um valor de acordo com a necessidade pessoal do sócio, contanto que esse tenta o bom senso de sempre pensar no bem-estar da empresa em primeiro lugar.

Gaste desnecessários

Uma expressa sempre exige gastos com materiais, objetos e equipamentos. Faça um balanceamento de tudo o que realmente é necessário e evite o supérfluo. Se, por exemplo, é preciso que cada sala de sua empresa tenha um cesto de lixo, não precisa investir naquela mais sofisticada que custa centenas de reais. Busque sempre analisar o custo-benefício de tudo.

 

Ética e transparência

Por mais que uma pessoa seja a idealizadora da empresa, que a fundou e que assume todos os aspectos administrativos, não é ela, apenas, que promove o sucesso da organização. Cada funcionário tem um papel importante e decisivo para cada centavo de lucro obtido, portanto, porque o empreendedor deve retirar para si uma quantia maior daquela que lhe cabe? Obviamente, por ter maiores responsabilidades e sofrer maior pressão sobre a continuidade dos negócios, o salário correspondente ao seu cargo é maior, o que não significa que deva ser injusto.

 

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Fonte: Roca  Contabil - rocacontabil.com.br

Por Bruna Falcone Zauza

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