Diante do panorama do agronegócio brasileiro, a avicultura é uma das atividades que mais vem se destacando. Por ser uma criação dinâmica, mesmo durante a pandemia do novo coronavírus, a produção de carne de frango se tornou símbolo de crescimento e modernização no país.

Batendo recordes, tanto na demanda mundial quanto no consumo interno (que hoje é mais de 60% de toda a carne produzida), a tendência é a procura aumentar nos próximos meses, visto que o preço que, hoje, é um dos principais fatores de compra favorece positivamente a cadeia de aves, além de ser proteína chave na alimentação dos brasileiros.

Atualmente, o Brasil é o maior exportador de carne de frango e a expectativa é que até 2029 o país siga na liderança; só nesse ano a projeção é alcançar um marco de mais 4% no consumo per capita, o que totaliza mais de 40 kg de carne por habitante/ano, segundo dados da Associação Brasileira de Proteína Animal. Isso porque, diferentemente da carne bovina e suína, a avicultura tem uma menor dependência da China.

Com o aquecimento e as boas expectativas do mercado, os produtores buscam agregar cada vez mais valor no seu produto e buscam investir em um modelo de criação sustentável. Além disso, as granjas seguem rígidos padrões internacionais e pré-requisitos técnicos que são de suma importância no que diz respeito à saúde e ao bem-estar das aves. Tudo isso fez com que o controle sanitário brasileiro, seguido por um eficiente protocolo de biossegurança, se tornasse referência em todo o mundo e foi o que possibilitou uma maximização da produtividade de um dos produtos mais competitivos do mercado externo.

Otimistas e certos dos lucros, os avicultores buscam estratégias que possibilitem acelerar todo esse processo e contam com o apoio de tecnologia, profissionais especializados e parceria com empresas fornecedoras de insumos.

Por: Thaismara de C. Fonseca de Moura

Graduanda em Agronegócio

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